quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Livre
E tudo tem fim.
O último suspiro foi dado, o coração já não pulsa mais, e os olhos estão vazios de expressão.
Tudo o que se vê agora é uma concha, uma casca, um recipiente vazio que outrora abrigara tantos sorrisos, e tantas lágrimas.
O conjunto de pele, ossos e carne que ali se encontra não tem mais sentido.
Ele não sente mais nada.
Só observa, do alto, o corpo onde ele vivia até um curto espaço de tempo atrás.
Agora, ele está livre, livre das amarras da carne.
Livre para recomeçar.
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